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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Para pensar

Recebi por e-mail e resolvi compartilhar aqui. São muito interessantes as colocações feitas pelo Herbert Viana.

sábado, 18 de setembro de 2010

A Barata

A Barata

A barata diz que tem
sete saias de filó.
É mentira da barata
ela tem é uma só.

Ha! Ha! Ho! Ho!
Ela tem é uma só!

A barata diz que tem
um anel de formatura.
É mentira da barata
ela tem é casca dura.

Ha! Ha! Ho! Ho!
Ela tem é casca dura!

A barata diz que tem
uma cama de marfim.
É mentira da barata
ela tem é de capim.

Ha! Ha! Ho! Ho!
Ela tem é de capim!

A barata diz que tem
um sapato de fivela.
É mentira da barata
o sapato é da mãe dela.

Ha! Ha! Ho! Ho!
O sapato é da mãe dela!

A barata diz que tem
o cabelo cacheado.
É mentira da barata
ela tem coco raspado.

Ha! Ha! Ho! Ho!
Ela tem coco raspado.

Conhecimento popular


Depois de ler o texto, veja um vídeo com uma outra versão da música:




Fonte do vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=BUuQq7IW-BU
Acesso em: 18/09/2010.

Agora, que você já leu o texto da cantiga e já viu o vídeo, é hora de realizar algumas atividades sobre o texto.

Clique no link abaixo, para realizar uma atividade que criei:
Atividades sobre a cantiga de roda "A Barata"

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A chácara do Chico Bolacha

A Chácara do Chico Bolacha



Na chácara do Chico Bolacha,
o que se procura
nunca se acha!


Quando chove muito,
o Chico  brinca de barco,
porque a chácara vira charco.


Quando não chove nada,
Chico trabalha com a enxada
e logo se machuca
e fica de mão inchada.


Por isso, com o Chico Bolacha,
o que se procura
nunca se acha.


Dizem que a chácara do Chico
só tem mesmo chuchu
e um cachorrinho coxo
que se chama Caxambu.


Outras coisas, ninguém procure,
porque não acha.
Coitado do Chico Bolacha!

                             Poesia de Cecília Meireles



Atividades
Poesia recitada e atividades de preencher
Texto e cruzadinha 

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra se aproxima, então encontrei essas poesias e resolvi postá-las aqui.
São bem interessantes e nos levam a refletir.


RACISMO?

Por quê racismo?
Se todos são iguais?
Como nasce um, nasce o outro
Como morre um, morre o outro.

Ninguém é melhor ou pior
Perante Deus e as leis
Todos os homens são iguais
Todos são humanos e lindos.

Não importa a cor, a raça,
O credo ou posição pessoal
O que existe é a diferença
E posição de cada ser.

É muito lamentável
Como muitas pessoas se tratam
Os modos de como se olham
E como se respeitam.

Muitos senhores pisam nos servos
Abusam do poder que possuem
Julgam-se os maiorais
Isso é grande pecado.

Considerar seu semelhante
Como ser desprezível
E como gente atrasada
Isso é tristeza, inacreditável,
É incrível...


SEM RACISMO

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Hino Nacional Brasileiro - Introdução

Introdução do Hino Nacional Brasileiro


Aquela parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro já teve letra e era cantada também!! E por sinal, é muito bonita, mas infelizmente, foi retirada!

Veja o que diz a Wikipedia:

"Introdução do Hino Nacional Brasileiro
A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino. Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos:

Espera o Brasil
Que todos cumprais
Com o vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Gravai com buril
Nos pátrios anais
Do vosso poder.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Servi o Brasil
Sem esmorecer,
Com ânimo audaz
Cumpri o dever,
Na guerra e na paz,
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil.
Eia sus, oh sus!"

Texto retirado de: Wikpédia, a enciclopedia livre.
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_nacional_do_Brasil
Acesso em: 23/10/09.

Veja aqui abaixo a execução:


BlogBlogs.Com.Br

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Poesias sobre árvores

Em homenagem ao Dia da Árvore, transcrevo abaixo, uma poesia de Fernando Pessoa.
Árvore Verde
Fernando Pessoa



Árvore verde,
Meu pensamento
Em ti se perde.
Ver é dormir
Neste momento.

Que bom não ser
'Stando acordado !
Também em mim enverdecer
Em folhas dado !

Tremulamente
Sentir no corpo
Brisa na alma !
Não ser quem sente,
Mas tem a calma.

Eu tinha um sonho
Que me encantava.
Se a manhã vinha,
Como eu a odiava !

Volvia a noite,
E o sonho a mim.
Era o meu lar,
Minha alma afim.

Depois perdi-o.
Lembro ? Quem dera !
Se eu nunca soube
O que ele era.




E aqui o Poema das árvores, de António Gedeão:
Poema das Árvores


As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
De dia e de noite.
Sempre sós.
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
como se nada fosse.
As árvores, não.
Solitárias, as árvores,
exauram terra e sol silenciosamente.
Não pensam, não suspiram, não se queixam.
Estendem os braços como se implorassem;
com o vento soltam ais como se suspirassem;
e gemem, mas a queixa não é sua.
Sós, sempre sós.
Nas planícies, nos montes, nas florestas,
A crescer e a florir sem consciência.
Virtude vegetal viver a sós
E entretanto dar flores.


Fonte: http://arvoresdeportugal.free.fr/OHomemeaArvore/Textos%20literarios/poema_das_arvores_Antonio_Gedeao.htm Acesso em 24/09/09

Veja no site acima, muitas outras poesias e poemas sobre árvores.

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Fada Oriana

A Fada Oriana

A Fada Oriana é um livro infantil escrito por Sophia de Mello Breyner Andresen em 1958.


“
Existem duas espécies de fadas: as boas e as más. As boas fazem coisas boas e as más fazem coisas más.” Assim, a autora começa por nos contar a história da fada Oriana, uma fada boa, bonita, alegre e feliz, a quem um dia a Rainha das Fadas pôs ao cuidado uma floresta, ficando a seu cuidado homens, animais e plantas que ali viviam.
Certa manhã de abril começou por visitar as casas pobres das pessoas, fazendo, com o uso da sua varinha de condão, que ali aparecessem todas as coisas que faziam falta. Primeiro visitou a casa de uma pobre velha, depois a de um pobre lenhador e ainda visitou a casa de um pobre moleiro. Até que decidiu visitar a casa de um homem muito rico, onde viu que apenas faltava calor humano. Oriana amoleceu-lhe o coração, partiu dali e fez com que o homem rico praticasse boas ações. Depois salvou um peixe de morrer asfixiado que prometeu ajudá-la se ela se encontrasse em sarilhos. Por causa do peixe, conseguiu ver o seu reflexo na água e achou-se muito bela.
Quando a noite caiu foi visitar o poeta que morava na floresta, a única pessoa que a podia ver. Ela contava-lhe histórias encantadas, dançava á luz da Lua e enchia o ar de música e ele declamava-lhe os seus poemas. Mas a sua grande cisma era a sua beleza. Oriana estava encantada com a sua própria beleza refletida na água. Por causa disto, e por influencia do peixe, deixou de visitar o poeta e, um por um, foi abandonando todos os homens, animais e plantas que viviam na floresta, menos a pobre velha porque a ouvia falar da sua beleza enquanto era jovem.
Por causa dos intermináveis elogios do peixe que salvara, tornou-se muito vaidosa, descuidando da promessa que fizera á Rainha das Fadas e por isto mesmo ficou sem varinha de condão e sem asas, e foi este o castigo pelo seu descuido. O peixe, a certa altura, deixou de aparecer, os animais já haviam partido para muito longe, assim como foi o moleiro, o lenhador e o poeta. Então Oriana foi para a cidade á procura dos seus amigos, mas eles não a reconheceram, pois estava sem asas e sem varinha de condão. O lenhador estava na prisão, a mulher do moleiro não sabia do filho e o poeta já não acreditava mais em fadas.
Oriana só voltou a ter asas quando se esqueceu de si mesma e salvou a velha de se atirar de um abismo porque a velha tinha uma tamanha tristeza. Somente quando os animais da floresta lhe deram o filho do moleiro e ela devolveu-o à moleira, soltou o lenhador da prisão e salvou o poeta da sua tristeza, levando-o de novo para a floresta é que Oriana voltou a encantar tudo em seu redor.


Clique nos links abaixo para ouvir os capítulos da Fada Oriana.

A Fada Oriana (Cap. 1 e 2) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 3) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 4) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 5) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 6) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 7) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 8) - Sophia de Mello Breyner Andersen
A Fada Oriana (Cap. 9) - Sophia de Mello Breyner Andersen

Fontes: http://www.g6-team.com/f1078/a-fada-oriana-116525/
http://percursosacompanhados.blogspot.com/2009/05/fada-oriana.html
Acesso em: 23/06/09.

Veja no link abaixo, uma Webquest sobre a história da Fada Oriana:
http://www.anossaescola.com/CR/webquest

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Uma flor, uma estrela

Uma flor, uma estrela
Luís de Camargo

UMA FLOR
COM FORMA
DE ESTRELA
PARECE
UMA ESTRELA
QUE POR DESCUIDO
CAIU DO VARAL DO CÉU.
UMA ESTRELA
COM FORMA
DE FLOR
PARECE
UMA FLOR
QUE POR DESCUIDO
SE DESPRENDEU
DO VARAL DO CHÃO.


Fonte: O cata-vento e o ventilador. Luís de Camargo. São Paulo, FTD, 1998, pp.22-23.
IN: Brincando com Ciências. Joanita de Souza, 2º ano. São Paulo, Editora do Brasil, 2008.


Sugestão de atividade:
O poema acima fala de um ser vivo e de um elemento não-vivo. Faça uma ilustração para o poema. Na ilustração deve aparecer o ser vivo (flor) e o ser não-vivo (estrela). Use um editor como o Paint ou Kolorpaint.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

A Pipa e a Flor

A Pipa e a Flor
Rubem Alves

"Um menino confeccionou uma pipa. Ele estava tão feliz, que desenhou nela um sorriso. Todos os dias, ele empinava a pipa alegremente. A pipa também se sentia feliz e, lá do alto, observava a paisagem e se divertia com as outras pipas que também voavam.
Um dia, durante o seu voo, a pipa viu lá embaixo uma flor e ficou encantada, não com a beleza da flor, porque ela já havia visto outras mais belas, mas alguma coisa nos olhos da flor a havia enfeitiçado.
Resolveu, então, romper a linha que a prendia à mão do menino e dá-la para a flor segurar. Quanta felicidade ocorreu depois!
A flor segurava a linha, a pipa voava; na volta, contava para a flor tudo o que vira.
Acontece que a flor começou a ficar com inveja e ciúme da pipa.
Invejar é ficar infeliz com as coisas que os outros têm e nós não temos; ter ciúme é sofrer por perceber a felicidade do outro quando a gente não está perto.
A flor, por causa desses dois sentimentos, começou a pensar: se a pipa me amasse mesmo, não ficaria tão feliz longe de mim…
Quando a pipa voltava de seu voo, a flor não mais se mostrava feliz, estava sempre amargurada, querendo saber com quem a pipa estivera se divertindo.
A partir daí, a flor começou a encurtar a linha, não permitindo à pipa voar alto. Foi encurtando a linha, até que a pipa só podia mesmo sobrevoar a flor.
Esta história, segundo conta o autor, ainda não terminou e está acontecendo em algum lugar neste exato momento.
Há três finais possíveis para ela:
1 – A pipa, cansada pela atitude da flor, resolveu romper a linha e procurar uma mão menos egoísta.
2 – A pipa, mesmo triste com a atitude da flor, decidiu ficar, mas nunca mais sorriu.
3 – A flor, na verdade, era um ser encantado. O encantamento quebraria no dia em que ela visse a felicidade da pipa e não sentisse inveja nem ciúme.
Isso aconteceu num belo dia de sol: a flor se transformou numa linda borboleta e as duas voaram juntas ."

Fonte:
http://rubemalves.wordpress.com/category/a-pipa-e-a-flor/
Acesso em17/06/09.

Veja abaixo, o vídeo de um teatro baseado no texto de Rubem Alves:



Sugestão de atividade:

Depois de trabalhar o texto e visualizar o vídeo, peça aos alunos para reescreverem a história dando a ela o final que escolherem, a partir de uma das sugestões acima. Pode também ser trabalhado a criação de desenhos no computador utilizando o "Paint" ou "Kolorpaint".

A foca

A foca (Toquinho)

Quer ver a foca
Ficar feliz?
É pôr uma bola
No seu nariz.

Quer ver a foca
Bater palminha?
É dar a ela
Uma sardinha.

Quer ver a foca
Fazer uma briga?
É espetar ela
Bem na barriga!

Lá vai a foca
Toda arrumada
Dançar no circo
Pra garotada.

Lá vai a foca
Subindo a escada
Depois descendo
Desengonçada.

Quanto trabalha
A coitadinha.

Sugestão de atividades:

Depois de trabalhar o texto em sala de aula, leve os alunos até a Sala de Informática, acesse o site da Redescola, que apresenta, além do texto "A Foca", várias atividades relacionadas ao mesmo. O endereço é:

http://www.redescola.com.br/software/uappr055/uappr055.swf


terça-feira, 16 de junho de 2009

A minha turma

A MINHA TURMA


A RITA,
SE ME VISITA,
TRAZ NA MARMITA
BATATA FRITA.
O NANDO,
DE VEZ EM QUANDO,
SAI COM O BANDO
DO ZÉ ARMANDO.
O CAIO
COMPROU EM MAIO
UM PAPAGAIO
QUE É PARAGUAIO.

Fonte:
O livro do nó na língua.
Ciça. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.

Sugestões de atividades a partir do texto acima:
  1. Circule com cores diferentes, os nomes e apelidos que aparecem no poema.
  2. Pinte da mesma cor as palavras que rimam.
  3. Desenhe a parte do poema que você mais gostou.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ABC da passarada

ABC da passarada



Andorinha
Bem-te-vi
Coleirinha
Dorminhoco
Ema
Falcão
Graúna
Harpia
Inhambu
Jacutinga
Lindo-azul
Mainá
Noivinha
Oitibó
Pintassilgo
Quiriri
Rolinha
Sabiá
Tico-tico
Uirapuru
Viuvinha
Xexéu
Zabelê


Fonte:
Zum-zum-zum. Lalau e Laurabeatriz
São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2007.

Sugestão de atividades a partir do texto acima:

  1. Circule a primeira letra de cada palavra.
  2. Brincadeira: "Lá vai um barquinho carregado de...". Você pode carregar o barquinho de:
  • palavras que comecem com a mesma letra;
  • nomes de brinquedos, de colegas, de animais, de comidas, de flores, de frutas que comecem com a mesma letra.
Para brincar, faça um círculo com as crianças e cada aluno, na sua vez, fala uma palavra que comece com a letra combinada. Mas não pode repetir palavra.